
Talvez um dia eu consiga terminar
de fazer tudo o que quero,
talvez eu morra cedo demais.
Quero revolucionar o mundo
com a incerteza da sobrevivência.
Quero gritar,
ser diferente,
acho que nunca fui normal
nem casual.
Não pretendo,
não quero que gostem de mim!
Todos os meus ídolos foram assassinados,
se é que um dia chegaram a existir
na insolência das minhas dúvidas
sem sentido algum.
Quero mudar,
agredir,
sobreviver a uma geração conformada.
Nada irá sobrar,
pois tudo o que tenho de melhor
irá morrer junto a mim.
E aonde quer que eu vá,
o fantasma da minha inquietude
irá me acompanhar,
me fortalecendo
para que eu possa exigir de mim
e dos outros tudo aquilo
que um dia sonhei em fazer,
mas não tive coragem de falar,
de me expressar,
de mostrar toda a minha raiva
e angústia perante
uma sociedade egoísta
e hipócrita.
Marina Oliveira
de fazer tudo o que quero,
talvez eu morra cedo demais.
Quero revolucionar o mundo
com a incerteza da sobrevivência.
Quero gritar,
ser diferente,
acho que nunca fui normal
nem casual.
Não pretendo,
não quero que gostem de mim!
Todos os meus ídolos foram assassinados,
se é que um dia chegaram a existir
na insolência das minhas dúvidas
sem sentido algum.
Quero mudar,
agredir,
sobreviver a uma geração conformada.
Nada irá sobrar,
pois tudo o que tenho de melhor
irá morrer junto a mim.
E aonde quer que eu vá,
o fantasma da minha inquietude
irá me acompanhar,
me fortalecendo
para que eu possa exigir de mim
e dos outros tudo aquilo
que um dia sonhei em fazer,
mas não tive coragem de falar,
de me expressar,
de mostrar toda a minha raiva
e angústia perante
uma sociedade egoísta
e hipócrita.
Marina Oliveira
Nenhum comentário:
Postar um comentário