
O que seria dos olhos sem a visão?
O que seria do corpo sem o espírito?
Do amor sem gratidão.
Do desejo sem paixão...
Não seria!
Apenas estaria!
O que seria da música sem canção?
Do papel sem o escrivão.
Do palco sem ator.
Orquestra sem maestro.
Ordem sem progresso...
Não seria!
Apenas existiria!
O que seria da beleza sem o interior?
Dos santos sem o louvor.
O que seria do inferno sem o céu?
Da luz sem a escuridão.
Da vida sem alegria.
Da morte sem exaustão...
Não seria!
Apenas sobreviveria!
O que seria do frio sem o calor?
Do corte sem a dor.
Do medo sem coragem.
Do pintor sem paisagem...
Não seria!
Apenas sentiria!
O que seria dos sonhos sem a lembrança?
Do passado sem o presente.
Da cura sem sofrimento.
O que seria das estrelas sem o brilho?
Dos peixes sem o mar.
Da sorte sem o azar.
Da cabeça sem o pensar...
Não seria!
Apenas prevaleceria!
O que seria da política sem o ladrão?
Do senado sem mensalão.
Do Brasil sem corrupção.
Da paz sem solidão...
Não seria!
Apenas fantasiaria!
O que seria dos poemas sem as rimas?
Das letras sem o sentido.
Do pai sem o teu filho.
Dos poetas sem os livros...
Não seria!
Apenas usaria!
O que seria do Rio sem as favelas?
Do Brasil sem coisas belas.
Da Bahia sem as mulatas.
De Sampa sem poluição.
O que seria da existência sem o rumo?
Não seria!
Apenas continuaria!
O que seria do palhaço sem a risada?
Da viagem sem estrada.
Da subida sem escada.
O que seria do tudo sem o nada?
Não seria!
Apenas terminaria!
Marina Oliveira/ Daniela Viegas
O que seria do corpo sem o espírito?
Do amor sem gratidão.
Do desejo sem paixão...
Não seria!
Apenas estaria!
O que seria da música sem canção?
Do papel sem o escrivão.
Do palco sem ator.
Orquestra sem maestro.
Ordem sem progresso...
Não seria!
Apenas existiria!
O que seria da beleza sem o interior?
Dos santos sem o louvor.
O que seria do inferno sem o céu?
Da luz sem a escuridão.
Da vida sem alegria.
Da morte sem exaustão...
Não seria!
Apenas sobreviveria!
O que seria do frio sem o calor?
Do corte sem a dor.
Do medo sem coragem.
Do pintor sem paisagem...
Não seria!
Apenas sentiria!
O que seria dos sonhos sem a lembrança?
Do passado sem o presente.
Da cura sem sofrimento.
O que seria das estrelas sem o brilho?
Dos peixes sem o mar.
Da sorte sem o azar.
Da cabeça sem o pensar...
Não seria!
Apenas prevaleceria!
O que seria da política sem o ladrão?
Do senado sem mensalão.
Do Brasil sem corrupção.
Da paz sem solidão...
Não seria!
Apenas fantasiaria!
O que seria dos poemas sem as rimas?
Das letras sem o sentido.
Do pai sem o teu filho.
Dos poetas sem os livros...
Não seria!
Apenas usaria!
O que seria do Rio sem as favelas?
Do Brasil sem coisas belas.
Da Bahia sem as mulatas.
De Sampa sem poluição.
O que seria da existência sem o rumo?
Não seria!
Apenas continuaria!
O que seria do palhaço sem a risada?
Da viagem sem estrada.
Da subida sem escada.
O que seria do tudo sem o nada?
Não seria!
Apenas terminaria!
Marina Oliveira/ Daniela Viegas
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