
A vida é rápida demais,
e nós somos desunidos demais.
O mundo corre em seus movimentos
e pessoas ficam para trás.
O ser humano é desumano!
E nós continuamos semeando
o abandono de crianças.
As crianças são o futuro
que nós especulamos,
mas a vida gira rapidamente...
Nós somos carrascos,
vastos e baratos.
Nossa floresta é grande demais,
e nós que somos animais.
Aos poucos a imensidão se esconde,
enquanto nós aparecemos demais!
Desencontramos os contos dos sonhos reais,
nós somos demais.
Nas ruas o gás que deixamos pra trás,
deixamos atrás,
ficamos atrás.
Atrás do gás que colocamos à frente,
à frente do mundo,
do mundo do luxo,
do lixo.
Existem caminhos fáceis demais,
porém, errados demais.
Pessoas correm pra trás,
e o mundo corre atrás.
Conversas vagas saem de corpos
bonitos demais.
E mais!
Consciência de menos
exala mentira.
Humanos alienados são demais!
Nas prateleiras sentimentos artificiais,
nós encontramos demais.
E o mundo da voltas,
e nós damos voltas,
a vida da voltas,
e tudo se enrola,
se enrosca,
se perde,
se compra...
Em uma sociedade em que
a ‘riqueza’ é demais.
Marina Oliveira
e nós somos desunidos demais.
O mundo corre em seus movimentos
e pessoas ficam para trás.
O ser humano é desumano!
E nós continuamos semeando
o abandono de crianças.
As crianças são o futuro
que nós especulamos,
mas a vida gira rapidamente...
Nós somos carrascos,
vastos e baratos.
Nossa floresta é grande demais,
e nós que somos animais.
Aos poucos a imensidão se esconde,
enquanto nós aparecemos demais!
Desencontramos os contos dos sonhos reais,
nós somos demais.
Nas ruas o gás que deixamos pra trás,
deixamos atrás,
ficamos atrás.
Atrás do gás que colocamos à frente,
à frente do mundo,
do mundo do luxo,
do lixo.
Existem caminhos fáceis demais,
porém, errados demais.
Pessoas correm pra trás,
e o mundo corre atrás.
Conversas vagas saem de corpos
bonitos demais.
E mais!
Consciência de menos
exala mentira.
Humanos alienados são demais!
Nas prateleiras sentimentos artificiais,
nós encontramos demais.
E o mundo da voltas,
e nós damos voltas,
a vida da voltas,
e tudo se enrola,
se enrosca,
se perde,
se compra...
Em uma sociedade em que
a ‘riqueza’ é demais.
Marina Oliveira
Nenhum comentário:
Postar um comentário