
Alguma coisa acontece lá for a, mas eu só vou à escola.
Parada, trancada, calada.
Sozinha e aprisionada em meu mundo sem fundo, sem nexo.
Boneca de porcelana, mal posso cair na lama, e quando caio alguém me lavanta, eu não me lavanto! Mas vou levando.
Confesso tenho tudo que quero, mas não me manifesto. Sempre correta, quando não...
Alguém me concerta, tranca-me, e eu apenas me calo em meu mundo fechado. Talvez bebendo... eu vou correndo, isso não me conforta, me confronta!
Fico tonta, mas de nada adianta.
Preciso apenas de liberdade, liberdade para errar, para chorar.
Mas enquanto ela não chega, eu continuo escrevendo meus versos mudos, incertos e incorretos.
Marina Oliveira
Parada, trancada, calada.
Sozinha e aprisionada em meu mundo sem fundo, sem nexo.
Boneca de porcelana, mal posso cair na lama, e quando caio alguém me lavanta, eu não me lavanto! Mas vou levando.
Confesso tenho tudo que quero, mas não me manifesto. Sempre correta, quando não...
Alguém me concerta, tranca-me, e eu apenas me calo em meu mundo fechado. Talvez bebendo... eu vou correndo, isso não me conforta, me confronta!
Fico tonta, mas de nada adianta.
Preciso apenas de liberdade, liberdade para errar, para chorar.
Mas enquanto ela não chega, eu continuo escrevendo meus versos mudos, incertos e incorretos.
Marina Oliveira
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