sexta-feira, 16 de novembro de 2012

doses de poesia.

Quando questionado sobre a quantidade de álcool ingerida:

-Eu não bebo. Acho tudo tão chato que enlouqueço só de pensar na possibilidade de ver as coisas -e pessoas- duplicadas. O problema mesmo é meu eu lírico. Um alcoólatra de merda. Vive escorado nos poemas abobalhados que escreve.

É um coitado.



Marina de Oliveira

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