Se eu quisesse falar de amor,
contaria sobre Cecília
e sua superfície clara e cintilante
como as pétalas de uma flor orvalhada.
Falaria do quão reluzente é o seu nome,
que quando toma a superfície, faz amar qualquer ser
que o escute.
Se eu quisesse falar de paixão,
começaria pelas travessuras da menina
Anita, que vive como criança, deita como mulher
Anita, que vive como criança, deita como mulher
e explode a cada amanhecer com as novidades
que inventa; dizem até, que foi ela quem criou
o capricho e suas extravagâncias.
Digo e afirmo: ariana como ela não há...
Mas se o assunto for sabedoria,
ninguém melhor que Zoé para representar...
Ela tem perfume de biblioteca recém inaugurada,
Ela tem perfume de biblioteca recém inaugurada,
segundo ela, seu mundo é uma poesia de Quintana:
- Eles passarão, eu passarinho!
- Eles passarão, eu passarinho!
Sabe ser leve no saber e firme no seu encanto.
Se eu quisesse falar de Marina,
eu continuaria declamando todas essas histórias.
Contaria sobre as meninas
E suas maneiras.
E seus tangos.
E seus livros.
E seus caprichos.
E seus gerânios na janela.
(...)
(...)

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