
Que bela vista esse tempo proporcionou.
A queda d’água por fundo,
As árvores balançando ao sopro do vento...
Mas o que fazer se meu olho só alcança o muro?!
Um muro de cor duvidosa,
Que separa os círculos,
Limita os sons e movimentos.
O que sinto é o muro que desconstrói o sonho;
Limitado, exato,
Exacerbado no centro do que seria a prática de paz e amor.
É tudo um luxo descartável, provável industrial.
O muro passa pela existência e bloqueia o homem,
Fazendo do mundo um paraíso sintético.
-O que mata a sede é coca-cola com chá verde.
Marina Oliveira
A queda d’água por fundo,
As árvores balançando ao sopro do vento...
Mas o que fazer se meu olho só alcança o muro?!
Um muro de cor duvidosa,
Que separa os círculos,
Limita os sons e movimentos.
O que sinto é o muro que desconstrói o sonho;
Limitado, exato,
Exacerbado no centro do que seria a prática de paz e amor.
É tudo um luxo descartável, provável industrial.
O muro passa pela existência e bloqueia o homem,
Fazendo do mundo um paraíso sintético.
-O que mata a sede é coca-cola com chá verde.
Marina Oliveira
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