
Eu pinto a boca de vermelho e fico em casa,
Escuto Raul desconstruir mitos que sustentaram o feudalismo.
Rua:
Os computadores da outra sala são retirados,
Agora a conversa é com a carne.
Presente, futuro, ocupação e capital.
Retorno sobre a chuva,
Já não há boca vermelha,
O tempo descoloriu os lábios
E a água borrou os olhos...
O som de outrem quebrou
E no meu toca fitas restou toda arte que ainda será inventada.
Eu tiro a tinta vermelha da cara.
-A boca grita.
Marina Oliveira
Escuto Raul desconstruir mitos que sustentaram o feudalismo.
Rua:
Os computadores da outra sala são retirados,
Agora a conversa é com a carne.
Presente, futuro, ocupação e capital.
Retorno sobre a chuva,
Já não há boca vermelha,
O tempo descoloriu os lábios
E a água borrou os olhos...
O som de outrem quebrou
E no meu toca fitas restou toda arte que ainda será inventada.
Eu tiro a tinta vermelha da cara.
-A boca grita.
Marina Oliveira
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