
Eu vou beber arte no café da manhã.
Comê-la no almoço.
Saborear seu infinito cromático de sobremesa.
Vou jantá-la com olhos e dentes...
Mastigar as cores,
Engolir os sons,
Lamber os dedos
E jamais lavar as mãos.
Ela é realista e não se importa em agredir seu olhar pseudo-pudico.
-A arte defeca.
Marina Oliveira.
Comê-la no almoço.
Saborear seu infinito cromático de sobremesa.
Vou jantá-la com olhos e dentes...
Mastigar as cores,
Engolir os sons,
Lamber os dedos
E jamais lavar as mãos.
Ela é realista e não se importa em agredir seu olhar pseudo-pudico.
-A arte defeca.
Marina Oliveira.
Um comentário:
Marina,
Gostei muito também de passear por aqui!
Seu blog é repleto de personalidade. Gostei muito desse poema.
Abçs
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