
Eu choro.
Talvez porque tenha coragem demais,
Já que aqui não posso me movimentar muito.
Eu choro.
Talvez porque seja covarde demais,
E não fale muito, para dizer a verdade
Eu nunca falo.
Eu choro.
Eu escrevo.
Ou um ou outro,
Até mesmo os dois, quando me permitem.
Eu amo, eu amo tanto.
Talvez por isso eu chore e escreva.
Mas choro mesmo, pois não me permitem amar explicitamente.
Mas na insolência do meu Ego, eu continuo a amar por dentro
E a chorar por fora...
Por isso eu vivo, ou melhor,
Sobrevivo.
Não há dor mais profunda do que o silêncio,
A opressão.
E eu grito interiormente, de amor.
E eu grito exteriormente, nas palavras.
- Já que minha voz pouco se ouve.
Marina Oliveira
Talvez porque tenha coragem demais,
Já que aqui não posso me movimentar muito.
Eu choro.
Talvez porque seja covarde demais,
E não fale muito, para dizer a verdade
Eu nunca falo.
Eu choro.
Eu escrevo.
Ou um ou outro,
Até mesmo os dois, quando me permitem.
Eu amo, eu amo tanto.
Talvez por isso eu chore e escreva.
Mas choro mesmo, pois não me permitem amar explicitamente.
Mas na insolência do meu Ego, eu continuo a amar por dentro
E a chorar por fora...
Por isso eu vivo, ou melhor,
Sobrevivo.
Não há dor mais profunda do que o silêncio,
A opressão.
E eu grito interiormente, de amor.
E eu grito exteriormente, nas palavras.
- Já que minha voz pouco se ouve.
Marina Oliveira
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