
Anna tenho que te falar dos girassóis.
Que pararam de girar,
Eles rodavam,
Rodavam, e de tão cansados,
Desprenderam suas pétalas.
Giravam a roda viva que é a vida,
A vida que roda e gira os girassóis.
Anna tenho que te escrever sobre as borboletas
Que saem de seus casulos,
Que criam a vida e levam
Outras cores ao mar amarelo-ouro.
E voam,
Voam, sabre os girassóis que giram.
Anna tenho que te contar das nuvens
Que como flocos de algodão adoçam o céu,
E flutuam sobre os girassóis que giram.
Sobre as borboletas que voam.
Sobre o mar que cintila.
Sobre o homem que mata.
Que pararam de girar,
Eles rodavam,
Rodavam, e de tão cansados,
Desprenderam suas pétalas.
Giravam a roda viva que é a vida,
A vida que roda e gira os girassóis.
Anna tenho que te escrever sobre as borboletas
Que saem de seus casulos,
Que criam a vida e levam
Outras cores ao mar amarelo-ouro.
E voam,
Voam, sabre os girassóis que giram.
Anna tenho que te contar das nuvens
Que como flocos de algodão adoçam o céu,
E flutuam sobre os girassóis que giram.
Sobre as borboletas que voam.
Sobre o mar que cintila.
Sobre o homem que mata.
Marina Oliveira
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