
Foi nessa tal boemia que aprendi a sambar
E na desordem das ondas
Vou declamando alguns versos,
Tomando alguns goles...
Pois assim que Cartola anunciar:
“Corra e olhe o céu”
Eu vou pra nunca mais voltar!
E que a moradia destes versos
Seja sempre uma garrafa;
Um boteco, um samba e algumas doses de mar...
Marina Oliveira
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