
Tempo não é dinheiro, nunca foi...
Ele é a vida inteira.
E a vida não se resume a uma folha de papel que destrói coisas belas.
Dinheiro sujo, podre...
Pois todos que insistem em voar além de Deus
Iludem-se com a beleza estética dos jardins suspensos da babilônia.
E cabe a cada um de nós podarmos diariamente as exigências supérfluas do ego para que ele não crie mais falsas flores...
A vida é uma passagem e a morte um nascimento,
Por isso o ego, pobre produto construído em frente à tevê,
Tenta nos iludir com a brilhante sensação de que a vida pode descansar num mar de rosas quando consumida,
E pintam em tinta óleo que a morte nada mais é que o fim.
E retratam que a verdade se encontra nas mãos de pobres poderosos.
E ensinam que as crianças são seres insignificantes (quando são as mais importantes)
E com toda esta exposição da triste modernidade a vida passa.
O tempo passa,
Voa ao encontro de um novo nascimento.
E roda, rola, corre, salta...
E quando você percebe a vaidosa existência virou pó.
E toda riqueza cultivada foi pelo ralo, parar (coincidentemente) nos bolsos dos feios corruptos;
É aí que você percebe que viveu apenas para ser funcionário, um fantoche usado para gerar lucros.
(...)
-Cada um é autor de sua própria história; o que vale não é a quantidade de linhas que você escreveu ao longo do livro da vida, mas sim, a qualidade do que foi escrito.
Marina Oliveira
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