sábado, 15 de novembro de 2008

Eu por mim mesma.


Odeio analogias,
Não sou mais um que fala, eu sou quem fala!
Eu componho todas as minhas peças, meus diálogos foram feitos por mim, por isso acredito que a primeira pessoa do singular é indispensável, intransferível.
Eu consciente, eu diferente, eu o que quiser...
No meu anfiteatro eu que mando, eu que represento, os tolos obedecem; como poderia me esquecer dos tolos, esses são os figurantes, não sabem o que fazer, seguem somente as regras de um confuso espetáculo teatral, conheço muitos.
Ninguém é melhor ou pior do que eu, a diferença é que alguns não sabem aproveitar e compreender o “ser”, contentam-se com a superficialidade do “ter”.
Eu sou isso e não aquilo.


Marina Oliveira

3 comentários:

Unknown disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

Muito bom baby.
Adorei ;]

Anônimo disse...

Muito bom! Vc tem uma sensibilidade
incomum, adoro seu blog... Parabéns!