
Após o início da vida no planeta terra, todos os seres existentes evoluíram, desde as plantas, até os animais racionais e irracionais, desenvolvendo assim aspectos físicos e psicológicos.
O homem não cresceria como ser humano sem suas atividades e interações com todos os meios possíveis, ou seja, ele não teria evoluído sem se relacionar, sem reproduzir a própria espécie. Porém, durante séculos crescemos de uma maneira inadequada, sem dar o merecido valor a este mundo que nos cerca, que é nosso e que temos a obrigação de por ele zelar. Observamos este reflexo hoje, na destruição da cultura, dos valores e do meio ambiente em geral.
Por outro lado, tivemos avanços na ciência, na área de saúde, na tecnologia, temos a facilidade para fazer de tudo. Entretanto esta situação de produção de bens, concentração de renda, privatização dos meios de produção leva-nos a um modelo de sociedade egoísta, que destrói, desumaniza, aliena e coloca em risco sua própria existência.
Tudo isso nos leva a pensar sobre o rumo da nossa vida e o tipo de “evolução” pela qual estamos passando. A questão é: devemos deixar esse modelo se tornar homogêneo? Não temos todos nós a obrigação de fazer algo para reverter esta situação?!
Enquanto esperamos sentados pela cura do planeta, estamos assistindo a sua degradação, e, por conseqüência, pondo em prática nossa involução.
O homem não cresceria como ser humano sem suas atividades e interações com todos os meios possíveis, ou seja, ele não teria evoluído sem se relacionar, sem reproduzir a própria espécie. Porém, durante séculos crescemos de uma maneira inadequada, sem dar o merecido valor a este mundo que nos cerca, que é nosso e que temos a obrigação de por ele zelar. Observamos este reflexo hoje, na destruição da cultura, dos valores e do meio ambiente em geral.
Por outro lado, tivemos avanços na ciência, na área de saúde, na tecnologia, temos a facilidade para fazer de tudo. Entretanto esta situação de produção de bens, concentração de renda, privatização dos meios de produção leva-nos a um modelo de sociedade egoísta, que destrói, desumaniza, aliena e coloca em risco sua própria existência.
Tudo isso nos leva a pensar sobre o rumo da nossa vida e o tipo de “evolução” pela qual estamos passando. A questão é: devemos deixar esse modelo se tornar homogêneo? Não temos todos nós a obrigação de fazer algo para reverter esta situação?!
Enquanto esperamos sentados pela cura do planeta, estamos assistindo a sua degradação, e, por conseqüência, pondo em prática nossa involução.
Marina Oliveira

