Ei Mar!
Um dia eu me atiro de vez em você...
Ai sim,
ai poderei me libertar dos bens materiais que essa
sociedade nos impõe.
Só assim irei esquecer os maus bocados que fora de te passei...
Ei mar!
Um dia eu me entrego de vez aos devaneios
que em você é demasiado.
Ai eu me perco e esqueço que um dia eu
fui isto aqui,
produto importado ou coisa assim...
Ei mar!
Vê se me leva embalado pelas ondas
para perto de Yemanjá.
Para eu poder abandonar a pseudo-realidade que aqui estão a me impor.
Ei mar!
Ai vou eu, com os peixes morar.
No mar, no ar... De céu e luz vou me alimentar.
Marina Oliveira
Um dia eu me atiro de vez em você...
Ai sim,
ai poderei me libertar dos bens materiais que essa
sociedade nos impõe.
Só assim irei esquecer os maus bocados que fora de te passei...
Ei mar!
Um dia eu me entrego de vez aos devaneios
que em você é demasiado.
Ai eu me perco e esqueço que um dia eu
fui isto aqui,
produto importado ou coisa assim...
Ei mar!
Vê se me leva embalado pelas ondas
para perto de Yemanjá.
Para eu poder abandonar a pseudo-realidade que aqui estão a me impor.
Ei mar!
Ai vou eu, com os peixes morar.
No mar, no ar... De céu e luz vou me alimentar.
Marina Oliveira

